quarta-feira, 27 de maio de 2009

Para Maria Luiza, minha filha caçula e muito querida




“Viver”
Vivo a esperança de compreender as vicissitudes da vida.
Assim como vivemos por uma razão, não morremos em vão.
Sempre que temos um muro para derrubar, temos um alicerce para reparar.
Morrer, viver.... o que melhor que parecer, ter , rever...
Sempre temos um inicio, meio e fim....
Quando no começo, aprendemos,
No meio revemos
E no fim compreendemos.
Somos o que somos, razão de todos os sentimentos que adquirimos em nosso viver.
Quando no inicio achamos que sabemos tudo,
Quando no meio começamos a compreender a sabedoria do fim
E quando no fim,
Vemos que quem foi sabia mais do que pensamos saber... Luiz Augusto

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